Universidade Federal de Alagoas
Curso: Educação Física Licenciatura 1º Período
Alunas: Daiana e Raquel
A
partir do tema da pesquisa sorteado a cada dupla/trio, pesquise na
Internet: 2 teses, 2
dissertações, 6 artigos de periódicos Qualis
Capes elaborando as referências dos mesmos de acordo com a ABNT.
Os
materiais selecionados deverão compor relatório a ser publicado no
blog da dupla/trio com a seguinte organização:
1.
Tema da pesquisa
2.
Referência completa do artigo, tese ou dissertação
3.
Resumo
4.
Palavras-chaves
5.
Link no qual está localizado e que ao ser clicado leve ao texto
original.
TEMA:
Educação
Física na Terceira Idade
6 ARTIGOS
1.1
Barreiras
que influenciaram a não adoção de atividade física por longevas
1.2
LOPES,
Marize;
KRUG,
Rodrigo;
BONETTI,
Albertina;
et
al.
Barreiras
que influenciaram a não adoção de atividade física por longevas.
Revista Brasileira de Ciências do
Esporte
2016,
vol: 38(1), pp: 76-83.
1.3
Resumo
Objetivou‐se
identificar as barreiras que influenciam as idosas longevas a não
adotarem a prática de atividade física. Esta pesquisa descritiva
exploratória envolveu 69 mulheres longevas, com 80 anos ou mais,
participantes de grupos de convivência de Florianópolis (SC),
distribuídas em cinco grupos focais ativos (n=39) e cinco grupos
inativos fisicamente (n=30). Os dados foram interpretados pela
análise de conteúdo temática. Os resultados apontam para os
motivos, como: ficar viúva, influência do meio ambiente, papel
familiar, limitação física por doença e a maneira de ser da
pessoa idosa. As longevas ativas salientam ainda que a forma negativa
de envelhecer propicia poucas atividades. Assim, observa‐se que
esforços ocorram para que sejam implantados programas de exercícios
físicos para idosas longevas dos centros de convivência para idosos
de Florianópolis (SC), tanto nos grupos como em suas residências,
para promover um estilo de vida mais ativo.
1.4
Palavras‐chave
Barreiras,
Atividade motora, Envelhecimento humano, Idosos com 80 anos ou mais
2.1
Análise
cinética e cinemática do levantar e andar em jovens e idosos
2.2
PELICIONE,
Paulo; PINTO Marcelo; GOBBI, Juliana; et al. Análise
cinética e cinemática do levantar e andar em jovens e idosos.
Revista
Brasileira de Ciências do Esporte
2015, vol: 37(3), pp: 237-244
2.3
Resumo
A
tarefa de levantar e andar (LEA) é muito usada no dia a dia e há a
necessidade de conhecer o comportamento de idosos nesse tipo de ação.
Diante disso, o objetivo foi avaliar jovens (GJ) e idosos (GI) na
tarefa de LEA. Foram realizadas avaliações cinéticas e cinemáticas
e do desempenho da tarefa entre os grupos. Após a análise
estatística, foi observada apenas diferença estatística para a
variável de máxima força vertical durante a fase perda de contato
com o assento ao término do levantar, assim como o tempo de
desempenho dessa fase foi menor para o GJ. O envelhecimento causa um
impacto significativo na força e contribui, assim, para um maior
dispêndio de tempo ao levantar da cadeira. Com isso, maior atenção
deve ser dada à fase de transição da LEA.
2.4
Palavras‐chave: Marcha,
Biomecânica, Adultos jovens, Idosos
3.1
Jogos recreativos para a terceira idade: uma análise a partir da
percepção dos idosos
3.2
DE
CASTRO, Marcela;
LIMA Leopoldo;
DUARTE Emerson.
Jogos
recreativos para a terceira idade: uma análise a partir da percepção
dos idosos. Revista
Brasileira de Ciências do Esporte 2016,
vol:38(3),
pp: 283-289.
3.3
Resumo
Objetivou‐se
analisar as percepções dos idosos sobre a sua participação nos
Jogos Recreativos da Terceira Idade. Foram entrevistados 15 homens e
11 mulheres, (69,62 ± 6,54 anos) por meio de entrevista
semiestruturada analisada à luz da análise de conteúdo. Os
resultados são expressos nas categorias: interação social;
cuidados com a saúde; combate ao sedentarismo, adesão e permanência
em programas de exercícios físicos. Essas denotam que tais
intervenções são vistas pelos idosos como oportunidade de melhoria
da saúde e socialização. A participação ativa enquanto coautor
na elaboração contribuiu para adesão e permanência. Assim,
eventos esportivos e recreativos são percebidos como direito
materializado e ferramenta importante no processo de educação para
saúde de pessoas idosas.
3.4
Palavras‐chave
Idoso,
Atividade física, Esportes, Jogos
4.1
Lazer
na terceira idade: desenvolvimento humano e qualidade de vida
4.2
MORI,
Guilherme e SILVA, Luciene. Lazer
na terceira idade: desenvolvimento humano e qualidade de vida.
Motriz:
Revista
de Educação Física
2010,
vol.16, n.4, pp.950-957.
4.3
RESUMO
O
artigo teve como objetivo compreender a visão sobre o lazer e o
entendimento que os idosos possuíam sobre os seus benefícios, dado
o quadro de ociosidade dessa população. Foi utilizada uma amostra
de sujeitos residentes na cidade de Bauru-SP, com idade igual ou
superior a cinquenta anos, de ambos os sexos e de classe
desfavorecida economicamente. Utilizou-se de pesquisa bibliográfica,
documental e de campo. Foi desenvolvido um projeto de intervenção
que visou a educação para o lazer. Chegou-se a conclusão que são
necessárias políticas públicas e profissionais qualificados para a
construção de projetos e de equipamentos que expandam o Lazer,
difundindo-o e atingindo as pessoas da terceira idade desde fases
anteriores da vida. Com materiais simples e de baixo custo, no
projeto de intervenção, se alcançou o lazer-educação e a
educação para o lazer de forma satisfatória.
4.4
Palavras-chave:
Terceira
Idade. Lazer. Lazer-Educação. Educação Física.
4.5
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-65742010000400015&lng=pt&nrm=iso
5.1
Êxito social e gênero na velhice: leitura e atividade física
5.2
WITTER,
Geraldina; GALVAO, Ana Paula; BURITI, Marcelo; et
all.
Êxito
social e gênero na velhice: leitura e atividade física.
Psico-USF
[online].
2009, vol.14, n.3, pp.375-386.
5.3
RESUMO
O
objetivo da pesquisa foi estudar a ocorrência de leitura e de
atividade física em idosos. Os participantes foram divididos em
quatro grupos de acordo com as variáveis: gênero e êxito ou
sucesso social na comunidade; cada grupo foi composto por 10 pessoas
com 70 anos ou mais. Os instrumentos usados foram: Termo de
Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), um roteiro sobre a formação
do leitor e um questionário internacional sobre atividade física.
Os resultados não mostraram correlação entre as duas variáveis,
exceto para o grupo de homens com êxito social. Homens e mulheres
com sucesso social foram melhores em leitura do que os outros grupos,
mas não houve diferença estatística concernente à atividade
física e gênero.
5.4
Palavras-chave: terceira idade; hábito de ler; prática
de exercícios.
5.5
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-82712009000300013&lng=pt&nrm=iso
6.1
Efeito
transiente de exercícios de flexibilidade na articulação do
quadril sobre a marcha de idosas
6.2
CRISTOPOLISKI,
Fabiano et al. Efeito transiente de exercícios de flexibilidade na articulação do quadril sobre a marcha de idosas. Revista
Brasileira
de
Medicina
do
Esporte [online].
2008, vol.14, n.2, pp.139-144.
6.3
RESUMO
A
marcha é a atividade mais comum que o ser humano realiza, sendo uma
habilidade motora fundamental para a locomoção. Contudo, o processo
do envelhecimento é caracterizado pela redução gradativa da
eficiência do aparelho locomotor, que ocorre pela diminuição da
força e da massa muscular, assim como diminuição na flexibilidade.
O estudo objetivou verificar o efeito transiente de uma sessão de
exercícios de flexibilidade dos músculos extensores e flexores do
quadril sobre a marcha de indivíduos idosos. Cinco idosas (67,0 ±
3,8 anos; 1,59 ± 0,07 m; 64,3 ± 15,3 Kg) voluntariaram participar
do estudo. A marcha dos sujeitos foi analisada antes e depois dos
exercícios de flexibilidade. O protocolo consistiu em uma sessão de
três séries de exercícios de flexibilidade de 30s do método
estático, feitos para os músculos flexores e extensores da
articulação do quadril. Após a sessão de flexibilidade, a marcha
das participantes apresentou menor pico de inclinação anterior da
pelve, maior pico de extensão e amplitude total de movimento da
articulação do quadril, maior amplitude de movimento do joelho com
maior ângulo de flexão durante a fase de balanço médio e maior
altura de separação do pé ao solo (aumento esse de 28,6%). Os
resultados mostram que imediatamente após a sessão dos exercícios
de flexibilidade as mulheres idosas apresentaram mudanças no padrão
da marcha nos quais algumas variáveis sugerem uma redução no risco
de quedas. Os efeitos da idade sobre determinadas variáveis foram
parcialmente revertidos e as participantes apresentaram um padrão da
marcha mais similar aos adultos jovens que antes dos alongamentos.
6.4
Palavras-chave: terceira idade; alongamento; caminhada e
risco de quedas.
6.5
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922008000200011&lng=pt&nrm=iso
2 DISSERTAÇÕES
1.1
Programa de hidroginástica
para idosos: motivação, auto-estima e auto-imagem
1.2 MAZO,
Giovana; CARDOSO,
Fernando Luiz; AGUIAR,
Daniela.
Programa
de hidroginástica
para idosos: motivação, auto-estima e auto-imagem.
Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho
Humano 2006,
Vol.8, n.2., pp67-72.
1.3 RESUMO
Esta pesquisa verificou a auto-estima e a auto-imagem e a sua relação
com os fatores motivacionais de ingresso e de permanência dos idosos
em um programa de hidroginástica. A amostra foi constituída por 60
idosos, 53 do sexo feminino e 7 do sexo masculino, com = 69,5 anos de
idade (SD=5,9) participantes do programa de hidroginástica do Grupo
de Estudos da Terceira Idade (GETI) da Universidade do Estado de
Santa Catarina (UDESC). O instrumento foi um questionário de
auto-estima e auto-imagem para idosos, desenvolvido por Steglich
(1978), aplicado em forma de entrevista individual. O tratamento
estatístico foi descritivo e com testes não-paramétricos. O nível
de significância de p<0.05. A maioria dos idosos foi considerado
idoso jovem (81,6%), casado e/ou viúvo (43,3%), do sexo feminino
(88,3%), participa do programa de 3 a 4 anos (40%), e pratica outra
atividade física (78,3%) como a caminhada (56,7%). O principal
motivo de ingresso no programa foi para melhorar a saúde física e
mental e de permanência neste foi o gosto pela atividade física no
meio líquido e a sensação de bem-estar. O grupo apresentou elevada
auto-estima e auto-imagem. Houve diferença estatisticamente
significativa entre os motivos de permanência no programa e a
auto-imagem corporal (p=0,008). O programa de hidroginástica
trata-se de um meio para melhoria da auto-imagem e auto-estima dos
idosos, além de ser um fator que os mantém junto ao programa.
1.4 Palavras-chave:
hidroginástica,
idoso, motivação, auto-estima; auto-imagem.
1.5
https://periodicos.ufsc.br/index.php/rbcdh/article/view/3883/16671
2.1 Exercícios
físicos, auto-imagem e auto-estima em idosos asilados
2.2 BENEDETTI,
Tânia Bertoldo; PETROSKI,
Édio Luiz. Exercícios
físicos, auto-imagem e auto-estima em idosos asilados.
Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano 2003,
vol. 5, n. 2., pp 69-74.
2.3
RESUMO
O estudo teve como objetivo verificar os efeitos da implementação
de um programa de exercício físicos sistemáticos sobre a
auto-imagem e auto-estima em idosos institucionalizados. A amostra
foi constituída por idosas da Sociedade Espirita Obreiros da Vida
Eterna-SEOVE, em Florianópolis, SC, sendo dividida em dois grupos:
experimental (n=15) e controle (n=12). Foi aplicado um pré teste
para ambos os grupos. A autoimagem e auto-estima foi determinada por
meio da aplicação do questionário proposto por Steglich (1978). O
grupo experimental foi submetido a um programa de exercício físico
durante cinco meses (70 sessões) com três sessões semanais de 60
min. Após o programa foi aplicado o pós teste para ambos os grupos.
Como resultado verificou-se correlação positiva moderada (r=0,48)
entre a diferença do pré e pós-teste da autoimagem e auto-estima
no grupo experimental sobre o controle. Considerando o exposto, o
programa de exercício físico sistemático aplicado na instituição
asilar, apresentou melhora significante na auto-estima do grupo
experimental, e na auto-imagem do grupo controle.
2.4
Palavras-chave:
exercícios físicos, auto-imgem, auto-estima, idosos, asilos.
2.5
https://periodicos.ufsc.br/index.php/rbcdh/article/view/3957/16841
2 TESES
1.1
Associação
entre fatores metabólicos, antropométricos e clínicos e atividade
física em idosos
1.2
REICHERT,
César Luís.
Associação
entre fatores metabólicos, antropométricos e clínicos e atividade
física em idosos. Editora
Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul, 2006.
1.3
Resumo:
Introdução e objetivos- Embora inúmeros estudos demonstrem a
importância de um estilo de vida ativo para a prevenção e a
manutenção da saúde, há dados conflitantes quanto à associação
entre perfis lipídico, medidas antropométricas e níveis de pressão
arterial e atividade física, especialmente na população idosa.
Este estudo teve por objetivo avaliar o nível de atividade física
realizada por um grupo de idosos e associá-lo a fatores metabólicos,
antropométricos e funcionais. População e Métodos - Participaram
do estudo 379 idosos (252 mulheres e 127 homens), com média de idade
de 69 anos. O nível de atividade física foi estimado pelo IPAQ
(Questionário Internacional de Atividade Física), sendo utilizado
regressão linear múltipla para verificar sua associação com
parâmetros bioquímicos, antropométricos e funcionais. Resultados –
Não houve associação significativa entre os perfil lipídico,
glicemia, índice de massa corporal e níveis de pressão arterial
com o nível de atividade física. Conclusão – Embora um estilo de
vida ativo deva ser encorajado, pelo menos nesta população de
idosos, uma clara associação entre melhores perfis lipídico,
glicêmico, antropométrico e pressórico e nível de atividade
física não foi observada.
1.4
Medicina,
geriatria, idosos
– atividades,
idosos – hipertensão arterial, lipídios
– metabolismo
2.1
Síndrome Metabólica e atividade física
em
idosos de uma comunidade do sul do Brasil.
2.2
DALACORTE, Roberta
Rigo. Síndrome
Metabólica e atividade física
em
idosos de uma comunidade do sul do Brasil. Editora
Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul, 2008.
2.3
Resumo:
A
síndrome metabólica, caracterizada por obesidade central,
dislipidemia, hiperglicemia e hipertensão, é hoje um dos maiores
desafios para a saúde pública em todo o mundo, por agregar
importante risco para doença cardiovascular e diabetes tipo 2.(1)
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), desde 1990 a
população mundial está morrendo mais de doença arterial
coronariana (DAC) do que qualquer outra causa, tendência só ainda
não verificada naqueles países com baixa expectativa de vida.(2, 3)
Também no Brasil, segundo dados do DATASUS, as doenças
cardiovasculares (DCV) foram as que mais mataram em 2004, ficando a
frente de neoplasias, causas externas e doenças respiratórias.(4)
Com o avanço da tecnologia proporcionando um estilo de vida mais
confortável para a sociedade, as atividades usuais tornam-se cada
vez mais automatizadas, o que implica em maior sedentarismo,
principalmente em populações urbanas.(5) Doenças associadas ao
estilo de vida sedentário têm se tornado um importante problema de
saúde pública mundial, com a inatividade física estando associada
a uma crescente prevalência de obesidade, paralela a um crescimento
na prevalência de síndrome metabólica e sendo responsabilizada por
11,7% das mortes nos países desenvolvidos.(6-9) Os efeitos benéficos
da atividade física têm sido amplamente descritos na literatura,
desde os tempos mais remotos, reportados à China, à Índia e à
Grécia antiga.(10-12) Esses benefícios englobam desde diminuição
da gordura corporal, incremento da densidade mineral óssea e melhora
da mobilidade, até diminuição da ansiedade e incremento da
auto-estima.(13) Sabendo que a falta de atividade física e a
síndrome metabólica são fatores de risco cardiovascular e de
morbidade geral aumentada, torna-se imperioso estudar sua
inter-relação. Considerando ainda que a inatividade física, a
obesidade e a síndrome metabólica aumentam sua prevalência com o
avanço da idade, (14, 15) a importância do tema se torna ainda
maior. A população idosa vem crescendo em todo o mundo,
principalmente nos países em desenvolvimento, como o Brasil.(16) No
entanto, existe grande dificuldade em se realizar estudos
internacionais sobre atividade física, comparando-a entre países.
Essa dificuldade 2 abrange desde as definições de atividade física
até o conteúdo dos questionários utilizados, modo como os
questionários são realizados e método de pontuação dos
mesmos.(17) Pela falta de instrumentos de medida de atividade física
internacionalmente aceitos, em 1997, um grupo de pesquisadores
provenientes de 16 países encontrou-se em Genebra, na Suíça, para
identificar um método comum de abordagem da atividade física com o
propósito de aplicar a estudos populacionais em vários países. O
resultado desse encontro foi a criação do Questionário
Internacional de Atividade Física – IPAQ.(18) Apesar do
Questionário Internacional de Atividade Física (International
Physical Activity Questionnaire – IPAQ) ter sido validado
internacionalmente e ser amplamente utilizado na literatura para
estudos epidemiológicos, ainda são raras as publicações que o
utilizem em idosos.(18) Além disso, não foram encontrados estudos
que associem dados levantados por esse questionário e síndrome
metabólica nessa população. Nas últimas décadas, tem sido
amplamente divulgado no meio científico e na mídia leiga a
importância da atividade física na manutenção de um peso saudável
e na prevenção de eventos cardiovasculares e morte. Há pouca
disponibilidade de dados que nos informem se essas recomendações
tem tido impacto na mudança de estilo de vida, especialmente no
grupo sob alto risco cardiovascular, como o de idosos com síndrome
metabólica. Dentro desse enfoque, o objetivo deste estudo é
verificar se os idosos de uma comunidade com o diagnóstico de
síndrome metabólica apresentam o mesmo nível de atividade física
daqueles sem esse diagnóstico.
2.4
Palavras-chave: síndrome, metabólica, atividade, motora, idoso.